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Transplante pulmonar

O transplante pulmonar pode substituir um ou os dois pulmões de um paciente. Pode ocorrer também o transplante combinado de pulmão e coração, em casos onde a doença pulmonar causou algum tipo de lesão cardíaca.

Os pulmões a serem transplantados podem ser de um doador vivo ou de um doador falecido. Sendo de uma pessoa recém-falecida podem ser retirados os dois pulmões ou o coração e os pulmões.

O primeiro transplante de pulmão foi feito em 1963, nos Estados Unidos, pela equipe do Dr. James Hardy. Mas o primeiro transplante com sucesso só foi realizado, em 1983. No Brasil o pioneiro foi o Dr. José Camargo, que realizou o primeiro transplante pulmonar da América Latina na Santa Casa de Porto Alegre, em 1989.

Em quais casos o transplante pulmonar pode ser indicado?

O transplante pulmonar está indicado ao paciente portador de pneumopatia terminal, com severa limitação funcional, com expectativa de vida menor que 18 meses, sem alternativas terapêuticas, sem co-morbilidades, com menos de 65 anos de idade, com adequada condição psicosocial e familiar e boa motivação para viver.

Em quais casos o transplante pulmonar NÃO pode ser indicado?

Contra-indicações absolutas

  • Infecção extrapulmonar ativa.
  • Disfunção de órgãos-alvo, especialmente rim e fígado, que serão agredidos pelas drogas imunossupressoras.
  • Neoplasia tratada há menos de 3 anos.
  • Infecção por HIV.
  • Positividade para antígeno da hepatite B.
  • Hepatite C com dano hepático comprovado anatomopatologicamente.
  • Coronariopatia intratável com angioplastia ou  disfunção ventricular esquerda.
  • Tabagismo ativo.
  • Ausência de  adequada estrutura social e familiar de apoio.

Contra-indicações relativas

  • Analfabetismo.
  • Dependência de corticóide. A necessidade de doses maiores de 20mg/dia  não é freqüente, pelo menos a partir do momento em que admite a falência do tratamento clinico e se cogita de transplante..
  • Osteoporose sintomática ou assintomática podem se agravar com a  manutenção da corticoterapia. Muitas vezes o retorno a uma atividade física pós-transplante escancara a péssima condição osteoarticular desses pacientes que eram assintomáticos enquanto sedentários. A desintometria deve fazer parte da avaliação o uso crônico de corticóides.
  • Ventilação mecânica: ainda que muitos casos tenham sido exitosamente transplantados sob ventilação mecânica, o risco de infecção a partir de colonização com germes hospitalares, é sem dúvida, maior.
  • Colonização por germes resistentese fungos. O tratamento clinico com esquemas múltiplos pode reduzir o risco de infecção no pós-operatório desses pacientes, mas alguns centros não aceitam transplantar pacientes colonizados por Aspergillus ou Pseudomonas cepace.

Quais as doenças que podem levar à indicação de transplante pulmonar?

  • Asbestose
  • Deficiência de alfa-1 antitripsina
  • Doença pulmonar obstrutiva crônica
  • Discinesia ciliar
  • Enfisema Pulmonar
  • Fibrose Cística
  • Fibrose Pulmonar
  • Hipertensão Arterial Pulmonar
  • Histiocitose X
  • Linfangioleiomiomatose (LAM)
  • Silicose
  • Talcose
  • Beriliose
  • Bronquiectasia
  • Bronquiolite obliterante 

 

Mais informações sobre o transplante pulmonar podem ser obtidas no link: http://www.transplantepulmonar.com




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